Posted in Cinema on Novembro 4, 2007 by bethcampos
Sobre “O Passado”
Posted in Cinema on Novembro 4, 2007 by bethcamposAssistir a um filme que não tenha um enredo que seja tão esperado pela maioria dos espectadores é ser vítima de “altas” críticas. Ontem vi “O Passado” de Hector Babenco, na sessão de 11h do Unibanco Artplex, free para professores. É o tipo de filme que tem pouca identificação com o público, pois os relacionamentos não são tão românticos e nem tão pouco convencionais. Uma mistura de sexo, traição, loucura e drogas, onde a platéia fica meio sem saber qual a mensagem do filme.
Após assistir eu me remeti a outro filme que trata basicamente do mesmo assunto, “Closer – Perto Demais” de Patrick Marber. Os dois são muito parecidos e tive o mesmo sentimento, são filmes que mostram a realidade dos relacionamentos de hoje em dia: muito intensos, pouco vínculo e irresponsável. Mostra como as pessoas se tornam descartáveis e que ao mesmo tempo, fogem do que sentem, tornando suas relações pouco sadias e menos felizes.
Acredito que os dois longas retratam a vida vazia das pessoas que não buscam fazer o outro feliz e só pensam em satisfazer as suas vontades, tornando-se cada vez mais egocêntricos.
THE POLICE NO BRASIL
Posted in Música on Outubro 28, 2007 by filizola
- SHOW NO BRASIL: 08/12 – MARACANÃ
17h – Abertura dos Portões
20h – Paralamas do Sucesso
21h – The Police
- INGRESSOS:
Arquibancada Lateral (R$ 160,00)
Arquibancada Central (R$ 270,00)
Cadeira Azul Lateral (R$ 190,00)
Cadeira Azul Central (R$ 270,00)
Gramado (R$ 190,00)
Palco Premium (R$ 500,00)
-VENDAS:
Bilheteria Maracanã: das 10 ás 17h.
Site: www.ingresso.com
Ok, está bem salgado, mas é um evento único na vida de quem gosta de boa música.
TATUOU GATO POR LEBRE
Posted in Diversidade cultural on Outubro 25, 2007 by filizola
Mattingley na reportagem do tablóide inglês “The Sun”. Crédito: Reprodução/TheSun.co.uk
Vince Mattingley, 44, fez uma tatuagem em chinês há 26 anos e só descobriu há alguns meses, durante uma viagem à Tailândia, que os ideogramas significam “Coca-Cola”
O homem havia feito a tatuagem após pedir a um dos funcionários de seu restaurante chinês predileto que escrevesse seu nome em chinês. O garçom engraçadinho escreveu o nome do refrigerante e Vince acabou tatuando-o em seu peito.
O britânico, que trabalha como tatuador, veio a descobrir o significado da tatuagem quando uma garçonete tailandesa perguntou porque ele havia escrito “Coca-Cola” no corpo.
STARDUST: DESVENDANDO O MISTÉRIO
Posted in Cinema on Outubro 20, 2007 by filizola
“Durante quase 80 anos cuido para que as pessoas desta vila não passem para o outro lado deste muro. Caso você insista, terei que levar tal infração ao conselho.”
Neil Gaiman, criador dos quadrinhos de Sandman, é um mestre na arte de contar histórias recheadas de fantasia, suspense e ótimas idéias. O filme que se encontra em cartaz nos cinemas é baseado em sua obra homônima, a qual, sem dúvida, é superior no lirismo, nos detalhes e na maturidade da narrativa, mas que possui seu valor como uma adaptação respeitosa e caprichada.
Valores tão perseguidos pelas civilizações, como a juventude e beleza eterna, o poder e o amor, são tratados de forma simples e original. Tristan é um jovem rapaz que idolatra uma bela moça de seu vilarejo sem ser correspondido e para conquistar seu coração promete trazer para ela uma estrela cadente que caíra do outro lado do muro que os separa de uma floresta proibida. Então começa sua jornada onde deverá enfrentar feiticeiras, piratas e nobres sedentos de poder.
Enquanto as atuais adaptações de aventuras fantásticas retratam apenas a luta entre o bem e o mal, Gaiman nos trás uma aventura onde um jovem leva uma estrela para mulher amada. Não há cliches na obra do autor, salvo as necessárias para a criação de arquétipos (a bruxa obviamente é má) e a cada momento há uma reviravolta na história, repleta de suspense, humor e romance, ingredientes certos para uma diversão imperdível.
Ah, claro, e ainda tem a presença de Michele Pfeiffer e Robert De Niro.
Tropa de Elite: revolucionário, conservador ou o mais do mesmo?
Posted in Cinema on Outubro 17, 2007 by filizola
Bem, sabemos que muito já foi falado sobre o filme mais visto da história cinematográfica (ou piratológica) brasileira. O que propomos é um olhar pessoal e crítico sobre o filme para tentar descurtinar algumas impressões.
O filme conta uma história anterior a narrada no livro ” a elite da tropa” (o qual é bem mais violento, diga-se de passagem)nos apresentando os personagens e o dia a dia de alguns policiais do Rio de Janeiro definindo de forma clara que a polícia militar está imersa na corrupção e o BOPE, uma divisão especializada em operações especiais, seria o único batalhão motivado pela honra e pela glória da farda. O BOPE não foi criado para prender “bandido”, mas para resolver problemas, eles não fazem reféns, são treinados para guerras urbanas, ou seja, numa visão bélica, num combate, a principal finalidade é matar o inimigo.
Assim, tanto o filme como o BOPE caiu no gosto da população, a qual, mergulhada numa incessante sensação de insegurança, clama por medidas fortes e precisas, tais quais são mostradas na película, numa espécie de catarse coletiva de uma sociedade que busca por vingança pelas violências sofridas diariamente.
Por outro lado, uma crítica pseudo-intelectualizada acusa o filme de incentivar a violência, de ser conservador e anuir com a tortura, o que é um absurdo. Face a liberdade de expressão a história retrata apenas uma realidade que se passa nos morros cariocas, conflitos e desgraças que ocorrem com homens que se degladiam entre si, porém sob a ótica da força instituida.
Logicamente que, tecnicamente e juridicamente falando, mesmo que louvados pela população, os policiais do BOPE representam em suas atividades o Estado, o qual está limitado por uma série de parâmetros constitucionais como a dignidade da pessoa humana e os conceitos inerentes ao próprio Estado Democrático de Direito. É o preço que se paga por viver numa democracia, ou seja, o Estado não pode violar determinadas garantias individuais, que inclusive são mostradas (torturas, invasão de domicílio, etc), ainda que autorizado pela maioria. Caso esta decisão fosse tomada, a única medida a ser tomada seria rasgar a Constituição, entregar um tacape para cada um e então aceitar a lei do mais forte. Não estou dizendo que os criminosos podem fazer de tudo, mas que o Estado não pode extrapolar seus limites democráticos sob pena de se deslegitimar.
Por outro lado, é óbvio que o filme retrata um olhar, que é a dos policiais e, sendo assim, é parcial, passional, eles estão no conflito, na guerra sendo tratados como soldados, criados para matar e assim devem agir para não morrer. Eles lutam contra um inimigo que só vê o Estado subir no morro ou para extorquir ou com uma caveira para matar. Como será a relação entre estes dois personagens?
A veja desta semana, parcial e babaca como sempre, diz que o filme finalmente mostra a realidade, trata o bandido como bandido e que o consumidor é o maior responsável pela existência do tráfico. Pobre engando! O filme mostra uma visão da realidade. Tratar o bandido como bandido é torturá-lo e matá-lo? Mas quem é esse bandido? Como se define bandido? É aquele que viola a lei? A pirataria não é crime? Todos que piratiaram este filme são bandidos e merecem o mesmo destino de alguns de seus personagens? O tráfico existe numa relação mercantil, de consumo. Assim, o usuário é tão responsável pelo tráfico quanto o consumidor de produtos manufaturados é responsável pela exploração da mão-de-obra barata na China.
Trata-se de um questão bastante complexa que merece uma discussão mais ampla, mas que em nenhum momento compromete o valor do filme, tanto como “denúncia” como uma boa história policial.
UM HERÓI NO PODER
Posted in Quadrinhos com as tags Ex Machina on Outubro 12, 2007 by filizola
Faz tempo que quadrinhos não se resumem a contos infantis ou de super-heróis, mas o século XXI vem nos brindando com obras cada vez mais originais e surpreendentes. E o melhor: muitas delas estão saindo no Brasil pela editora Pixel. Uma dessas obras é Ex Machina que nos conta a história do único super-heróis da Terra, cujo poder é se comunicar e controlar máquinas. Porém, em um determinado momento de sua vida ele se questiona a respeito da real eficácia de suas intervenções impedindo um assalto aqui ou salvando alguém acolá. Então ele tem uma idéia brilhante para aumentar o número de pessoas que poderiam ser ajudadas por suas ações: se eleger à prefeitura de Nova York! Assim, a revista nos mostra o cotidiano de nosso herói já como prefeito tomando decisões e o mais interessante: usando um poder muito maior, o da política. Como na vez em que o herói precisa decidir se irá autorizar ou não o casamento entre homossexuais na sua cidade, ou seja, exercer o poder de influenciar na vida de centenas de pessoas e “pacificar” um tema extremamente divergente em várias esferas.
Mas é claro que também temos vários momentos de suspense e tramas bem elaboradas ocorrendo, como mortes no metrô que estariam relacionadas ao passado super-heróico do personagem.
Então corram para a banca: Ex Machina é imperdível!
Novo Visual
Posted in Blogs on Setembro 28, 2007 by rocamblogOn the second photos
Posted in Fotografia on Setembro 28, 2007 by rocamblogO site haha.nu publicou algumas fotos impressionantes que flagram momentos muito fugazes. Veja mais aqui.

Dostoyevsky em quadrinhos
Posted in Quadrinhos com as tags Batman on Setembro 26, 2007 by rocamblog 
Batman envolvido na trama de “Crime e Castigo”, de Dostoyevsky, pode ser encontrado nos arquivos do site Again With the Comics. Vale a leitura!
